quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Alienação Infantil


Como as pessoas costumam dizer: As crianças são o nosso futuro .

Será mesmo ? Você realmente acredita nisso ?

Já foi o tempo das nossas crianças brincarem de amarelinha , praticar esporte como forma de diversão ,correr de um lado para o outro ,questionando tudo .Hoje em dia elas tem sua propria diversão dentro de casa com video games , computadores , tv , que informam tudo e um pouco mais ,as vezes essas inocentes crianças sabem mais do que os seus proprios pais . Sabe o por que disso ? Por que a midia esta ali , 24 h ao seu dispor , os pais ja não conseguem mais por limites em seus proprios filhos , e isso não é de hoje não .Querem um exemplo , quem aqui nunca assistiu xuxa ? pois é esse programa é um otimo meio de incentivar as crianças a alienação infantil, remetendo as crianças a um mundo distante das agruras da vida real;
Estimula a competição e o consumismo entre as crianças;
Entra como substituto dos cuidados dos pais, alimentando a indiferença e o desrespeito dentro de casa ;
Despertava a sexualidade infantil precoce, já que Xuxa e suas assistentes usavam roupas sensuais;
Exaltava modelos de beleza estranhos à maioria da população brasileira;
Chamar crianças de "baixinhos" era constrangimento politicamente incorreto;
Xuxa e suas assistents lidavam com crianças sem apoio pedagógico;
Ao se tornar apresentadora infantil em tempo integral, Xuxa foi acusada de querer apagar seu passado de modelo nua e atriz de porno

Mas as pessoas estão ocupadas pensando em comprar , gastar ,que não se importam com isso !

A midia mostra brinquedos , roupas ,comerciais de mc "merda" ,criam papai noel ,somente por um motivo ,para transformar as crianças em pessoas capitalistas começando desde pequenas , usam elas de instrumento para o consumismo .E você ainda realmente acha que se continuarmos colocando uma venda nos olhos e criando um mundo de ilusões atraves da midia ,as crianças serão a esperança de um mundo melhor ?


domingo, 25 de novembro de 2007

DIREITOS IGUAIS ?


Se fosse solicitado para homens e mulheres denominarem dois adjetivos ao seu sexo oposto, provavelmente alguma resposta ou mesmo a maioria delas incluiria palavras como: Para elas: sensíveis, carinhosas; para eles: fortes, protetores. Percebe-se desde já um estereótipo de que a mulher, sendo uma “donzela” sensível, fraca e submissa precise de um homem que a proteja, que a sustente e lhe pertença. Parece ser exagero denominar tais qualidades a funções tão restritas. A mulher foi vista diante de certas culturas como a dona de casa que cuida dos filhos e que apóia o marido em qualquer situação. O homem, o “chefe” da casa, seria aquele disposto a cuidar da família e de sustentá-la da melhor forma possível. Até hoje no Brasil, os indícios desta classificação podem ser observados. O preconceito das próprias mulheres daquela (e mesmo em alguns pontos, desta) época, ao criticar e desacreditar que pudessem ser ou fazer algo mais do que o trabalho doméstico acabava por ser o maior motivo da permanência de tal idéia. Além destas, ainda existem desigualdades maiores como a diferença salarial entre homem e mulher diante do mesmo trabalho, da falta de participação feminina na política governamental, do “perigo constante da mulher no volante”, do homem que “não serve para a cozinha”. Mesmo em pequenos comentários, piadas e pensamentos realizados pelos dois sexos, o “ideal machista” acaba por prevalecer ainda na atualidade. Antigamente era feminismo radical acreditar que tais ações pudessem acontecer, pois geralmente a mulher que usava calças era alguém que invejava o homem e não encontrava um “lugar” para si na sociedade. Entrando em contradição novamente, pergunta-se: qual o problema daqueles adjetivos já citados anteriormente? A mulher pode sim, ser uma “donzela”, pronta a esperar pelo seu protetor (seja ele homem ou mulher). Ainda existem e continuarão a existir diferenças entre os gêneros além de um cromossomo X ou Y. A mulher ainda pode ser sensível, romântica, independente, forte, assim como o homem também o pode, quando desejarem ser. São sentimentos e comportamentos humanos normais, bem ao senso comum. A luta talvez se encaminhe em torno da ultrapassagem do seguinte preconceito: de que cada um tem a sua função e que não cabe a eles mudar. O conformismo talvez seja o principal adversário para que a tão dita “igualdade” seja conquistada, para ambos os lados.
Sou uma feminista sim ,mas isso não quer dizer que acho que o homem é inferior a mulher.Sou a favor da igualdade entre os sexos.
Gostaria que colocassem suas opiniões aqui , a respeito do tema a cima...Nada melhor do que começarmos um jornal on line expondo nossas opiniões !
LIBERDADE DE EXPRESSÃO JÁ E SEMPRE ...
Fiquem a vontade para comentar